Ampliar e garantir o acesso aos meios
de fruição,
produção e difusão cultural;
Promover pactos com diversos atores sociais governamentais
e não-governamentais,
visando um desenvolvimento humano sustentável tendo na cultura “a
principal forma de construção e de expressão
da identidade nacional, a forma como o povo se reinventa e pensa
criticamente”;
Incorporar referências simbólicas e linguagens artísticas
no processo de construção da cidadania, ampliando a
capacidade de apropriação criativa do patrimônio
cultural pelas comunidades e pela sociedade brasileira como um todo;
Potencializar energias sociais e culturais, dando
vazão à dinâmica
própria das comunidades e entrelaçando ações
e suportes dirigidos ao desenvolvimento de uma cultura cooperativa,
solidária e transformadora;
Desenvolver a base de uma rede horizontal de “transformação,
de invenção, de fazer e refazer, no sentido da geração
de uma teia de significações que nos envolve a todos”;
Identificar parceiros nos governos estaduais e municipais,
nas instituições
da sociedade civil e em redes locais, nacionais e internacionais
com vista à promoção de uma cultura viva e em
constante mutação;
Estimular a exploração, o uso e a apropriação
dos códigos de diferentes meios e linguagens artísticas
e lúdicas nos processos educacionais, bem como a utilização
de museus, centros culturais e espaços públicos em
diferentes situações de aprendizagem e desenvolvendo
uma reflexão crítica sobre a realidade em que em que
os cidadãos estão inseridos;
Direcionar ações do programa ao processo de construção
e recriação simbólica, de formação
de comportamentos sociais, valores e expressões da sociedade
brasileira como um todo, mas mantendo o foco nas ações
dirigidas ao processo educacional e às populações
mais excluídas de direitos sociais e do usufruto de bens culturais
mais elaborados, cerzindo uma nova coesão na sociedade brasileira. |